O cádmio no organismo humano causa distúrbios gastrointestinais e a pneumonite química (inflamação dos tecidos pulmonares) e nos rins ele acumula-se no córtex renal, provocando alterações morfológicas e funcionais.
A intoxicação por chumbo leva à anemia, neuropatia periférica (disfunção que pode levar desde a perda da sensação de toque até a sensibilidade excessiva) e a alterações cognitivas em adultos e crianças além de complicações renais, hipertensão, doenças cérebro-vasculares, perda de apetite, distúrbios digestivos e cólicas abdominais.
Já o manganês leva à desordem crônica do sistema nervoso central, conhecida como manganismo ou Parkinson mangânico, e causa ainda problemas respiratórios como bronquite e pneumonia.
O mercúrio é mais tóxico do que o chumbo e afeta o sistema nervoso, gerando alterações de comportamento, perda de memória, tremor, dormência, formigamento e alterações visuais e auditivas.
O zinco tem sido responsabilizado pelo surgimento de câncer nos testículos.
Por estes e outros motivos, procura-se alternativas para a produção de energia e conservação do meio ambiente, considerando a insalubridade dos elementos empregados. Segundo a legislação brasileira, desde 22 de julho de 2001 os fabricantes são obrigados a reciclar estes itens a fim de oferecer alternativa à população para que não descarte estes elementos de maneira incorreta, entretanto, infelizmente ainda é alto o índice de pilhas descartadas em lixo doméstico que não deveriam (pois existem alguns tipos que podem)... na realidade, o melhor é encaminhar à empresa reponsável por sua fabricação para que a mesma prossiga com o processo de reciclagem.
Um comentário:
de grande utilidade!!
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